Nos últimos meses, os aluguéis residenciais e comerciais continuam acumulando alta acima da inflação, mesmo com sinais de desaceleração em maio. Segundo os dados mais recentes, essa pressão já ultrapassa dois dígitos em algumas cidades. A pergunta que muitos fazem é: vale a pena sair do aluguel em 2025 ou ainda faz sentido continuar alugando?
Alugar: um custo que não se converte em patrimônio
Pagar aluguel pode ser estratégico por um tempo, principalmente em momentos de liquidez ou mobilidade profissional. No entanto, o cenário de alta nos valores, aliado à pouca previsibilidade nos contratos de renovação, torna esse custo menos inteligente a médio e longo prazo.Em grandes centros, contratos de R$ 6 mil a R$ 15 mil mensais não são raros. Em um ano, isso representa entre R$ 72 mil e R$ 180 mil de um valor que não se transforma em ativo.
Quanto desse valor poderia ser canalizado para a construção do seu próprio patrimônio?
Sair do aluguel faz sentido?
- Segurança patrimonial: ser proprietário evita pressões por reajustes inflacionários e protege contra liminares ou desocupações.
- Previsibilidade orçamentária: imóvel próprio elimina variabilidades nos gastos.
- Valorização passiva: aquisição hoje pode gerar ganhos de capital a médio e longo prazo, além de potencial renda por locação futura.
2025 exige inteligência imobiliária
A volatilidade econômica, a tendência de alta em imóveis bem localizados e o avanço da inflação em segmentos específicos tornam sair do aluguel em 2025 uma decisão que precisa de estratégia.
É nesse cenário que o Consórcio surge como uma das formas mais inteligentes e discretas de acessar o mercado imobiliário, especialmente para quem valoriza liberdade e previsibilidade.
Por que o Consórcio faz sentido para quem planeja o futuro?
Diferente do financiamento tradicional, o Consórcio não envolve juros. Você escolhe o valor do bem, parcela de forma integral, e tem acesso ao crédito por sorteio ou lance. E mais: o poder de compra à vista após a contemplação permite negociar com tranquilidade e vantagem.
Segundo dados da ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), o ticket médio dos Consórcios de imóveis em 2024 ultrapassou os R$ 220 mil, com crescimento contínuo mesmo em um cenário econômico desafiador.
Gruppi: Consórcio digital para quem pensa grande
A Gruppi entende que sair do aluguel é uma decisão estratégica. Por isso, oferece Consórcios 100% digitais, de acordo com sua estratégia patrimonial.
Em uma jornada personalizada e individual, você tem nossa ajuda integral para comprar imóveis residenciais, comerciais, na planta, terrenos, ou até construir e reformar, sempre com a liberdade de negociar como se tivesse dinheiro na mão. Sentiu que está na hora de ter um imóvel para morar ou investir e gerar renda passiva?


