Segmento imobiliário concentra 56,7% de todo o crédito contratado no Sistema de Consórcios
O consórcio de imóveis encerrou 2025 ampliando a liderança já conquistada no ano anterior. Segundo dados divulgados pela ABAC, o segmento movimentou R$ 283,53 bilhões em créditos comercializados, um crescimento de 48,4% em relação aos R$ 191,11 bilhões registrados em 2024.
Mais do que um número expressivo, esse avanço sinaliza uma mudança clara no comportamento financeiro do brasileiro: o imóvel está sendo adquirido com mais estratégia e menos dependência de financiamento tradicional.
Consórcio imobiliário representa mais da metade do mercado
Em 2025, o consórcio de imóveis respondeu por 56,7% de todo o volume de crédito contratado no Sistema de Consórcios. Na prática, isso significa que:
A cada R$ 2 contratados via consórcio no Brasil, aproximadamente R$ 1,13 tiveram origem no segmento imobiliário.
Esse protagonismo coloca o setor à frente inclusive dos segmentos de veículos leves, motocicletas e pesados.
Crescimento nas adesões reforça confiança no modelo
O avanço financeiro foi acompanhado por crescimento expressivo na entrada de novos participantes.
- 1,35 milhão de novas adesões em 2025
- 992,73 mil em 2024
- Alta de 36%
Além disso, o número de consorciados ativos chegou a 2,83 milhões, contra 2,13 milhões no ano anterior, uma expansão de 32,9%. Esse aumento indica que o consórcio imobiliário deixou de ser alternativa secundária e passou a integrar o planejamento patrimonial de longo prazo.
Contemplações e crédito disponibilizado também avançam
O crescimento não ficou apenas nas vendas.
Em 2025:
- 145,37 mil contemplações (+26%)
- R$ 30,24 bilhões em créditos disponibilizados (+38,5%)
Isso significa mais pessoas acessando recursos para adquirir imóveis, seja para moradia, expansão empresarial ou formação de patrimônio.
Tíquete médio maior indica projetos mais estruturados
A média anual das cotas contratadas fechou em R$ 209,76 mil, crescimento de 9% sobre 2024.
Esse dado revela um movimento importante: o consórcio está sendo utilizado para projetos mais robustos, tanto residenciais quanto comerciais.
Não se trata apenas de compra. Trata-se de estratégia de capital.
Por que o consórcio de imóveis cresce enquanto o financiamento perde atratividade?
O cenário econômico ajuda a explicar. Com juros elevados no crédito imobiliário tradicional, o custo total de um financiamento pode praticamente dobrar ao longo dos anos.
No financiamento:
- Há pagamento de juros elevados
- O custo final é significativamente maior que o valor do imóvel
- A urgência tem preço
No consórcio:
- Não há cobrança de juros abusivos (apenas taxa de administração)
- O planejamento é estruturado
- A previsibilidade favorece decisões racionais
Por isso, o crescimento do consórcio imobiliário não é apenas estatístico, é comportamental.
Consórcio de imóveis como estratégia patrimonial
Os dados da ABAC mostram que o mecanismo tem sido utilizado para:
- Compra da casa própria
- Aquisição de imóveis comerciais
- Formação de patrimônio
- Expansão empresarial
O imóvel deixa de ser tratado apenas como realização pessoal e passa a ser visto como ativo tangível dentro de uma estratégia de longo prazo.
E é nesse ponto que entra a diferença entre contratar uma cota e estruturar uma estratégia.
Como a Gruppi transforma consórcio em estratégia
Na Gruppi, o consórcio é tratado como ferramenta de inteligência financeira.
Não trabalhamos com soluções padronizadas. Cada proposta é construída considerando:
- Objetivo patrimonial
- Momento financeiro
- Capacidade de alavancagem
- Estratégia de lance
- Projeção de contemplação
Enquanto o mercado cresce em volume, nossa atuação cresce em profundidade.
Porque aderir a um grupo é simples. Usar o consórcio de forma estratégica é diferente e muda o jogo.
O que esperar para 2026?
Se o cenário de crédito mais caro e maior cautela financeira se mantiver, a tendência é que o consórcio imobiliário continue ganhando espaço como alternativa estruturada ao financiamento tradicional. O crescimento de 2025 indica não apenas expansão de mercado, mas amadurecimento na forma de adquirir patrimônio.
Em 2026, mais do que volume, o que deve se consolidar é o uso estratégico do consórcio, especialmente por quem busca previsibilidade, preservação de capital e planejamento de longo prazo.
É nesse contexto que a Gruppi atua: transformando dados de mercado e cenário econômico em decisões estruturadas de construção patrimonial.
Fale com um especialista e entenda como o consórcio pode se encaixar na sua estratégia financeira.



